
cabo da Polícia Militar (PM) foi assassinado ontem à noite dentro de um ônibus, no município de Marituba. O cabo Jaime Ricardo da Cruz Macedo, de 34 anos, estava na corporação há onze anos e era lotado no 5º Batalhão da Polícia Militar (BPM), no município de Castanhal. Ele seguia em um ônibus que vinha de Castanhal para Belém quando foi baleado duas vezes na cabeça. Os três acusados fugiram e, até o fechamento desta edição, um suspeito havia sido detido para averiguação.
O crime ocorreu por volta das 21h15, dentro do coletivo da empresa Expresso Modelo, de placas JUE-8244. Segundo o motorista e cobrador do ônibus, os acusados subiram na rodoviária de Castanhal, por volta das 20h30, e o cabo subiu algumas paradas depois, também no município. O cabo Ricardo estava fardado e usando colete à prova de balas. Segundo as primeiras informações, ele tinha largado serviço e voltava para sua residência, que seria no bairro do Beija-Flor, em Marituba.
O motorista do coletivo, que se identificou como Durval, acredita que a intenção dos criminosos era roubar os passageiros e a renda do coletivo. 'Antes de toda a situação, eu tinha pedido pro cobrador esconder metade da renda, pois hoje é sexta e eu estava desconfiado. Mas eu acho que eles se aproveitaram que o policial não estava atento, e então resolveram roubar a arma', disse.
Durval relatou que subiram dois PMs no coletivo. Um deles ficou o tempo todo prestando atenção em tudo e desembarcou antes do colega. 'O outro policial estava com a mão na arma, sempre atento. Mas ele (Ricardo) chegou a cochilar em pelo menos um momento, que eu vi pelo retrovisor. Então, eu acho que os assaltantes aproveitaram o descuido dele e o atacaram', contou.
O motorista contou que se assustou quando viu o primeiro bandido ordenando que ele parasse o carro e abrisse a porta. O ônibus estava na rodovia BR-316, sentido Belém, chegando nas imediações do residencial Almir Gabriel, mais conhecido como Che-Guevara. 'Ele (bandido) estava muito nervoso, e saiu colocando a pistola no cós da calça, pela parte de trás. Creio eu que era a arma do policial, mas ainda não tinha sido efetuado nenhum disparo no interior do carro. Eu andei mais alguns metros, quando ouvi quatro tiros. Em seguida, os outros dois também vieram correndo para a frente e mandaram eu parar. Depois fugiram', lembrou. Os três criminosos teriam atravessado a rodovia BR-316 e entraram na área do Che-Guevara. O motorista parou alguns metros à frente e acionou a polícia.
O motorista contou que se assustou quando viu o primeiro bandido ordenando que ele parasse o carro e abrisse a porta. O ônibus estava na rodovia BR-316, sentido Belém, chegando nas imediações do residencial Almir Gabriel, mais conhecido como Che-Guevara. 'Ele (bandido) estava muito nervoso, e saiu colocando a pistola no cós da calça, pela parte de trás. Creio eu que era a arma do policial, mas ainda não tinha sido efetuado nenhum disparo no interior do carro. Eu andei mais alguns metros, quando ouvi quatro tiros. Em seguida, os outros dois também vieram correndo para a frente e mandaram eu parar. Depois fugiram', lembrou. Os três criminosos teriam atravessado a rodovia BR-316 e entraram na área do Che-Guevara. O motorista parou alguns metros à frente e acionou a polícia.
De acordo com o tenente Martins Júnior, do 21º BPM, a polícia estava fazendo diligências em toda a área, na tentativa de capturar os criminosos. 'Foi feita a detenção de um suspeito, e será averiguado se ele teve participação no crime', afirmou.
O perito criminal José Cordeiro, do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves (CPCRC), informou que o PM foi atingido com dois disparos. 'Verificamos duas entradas e uma saída, na cabeça', disse. Policiais da Divisão de Homicídio estiveram no local para os levantamentos. Segundo o delegado Eduardo Rollo, após o levantamento feito pela Divisão, o caso é encaminhado para registro e investigação na Seccional Urbana do local, no caso, Marituba. 'Se houve determinação para a Divisão atuar no caso, o inquérito nos é encaminhado. Mas a princípio, fica por conta da Seccional de Marituba', frisou
Comentários do Blogueiro:
Atualmente trabalho na Seccional de MARITUBA, lá e pior do que o Iraque, todo dia morre 3 ou 4, só na bala. Quando eu to de plantão já fico com o telefone do Renato Chaves no bolso e oficio pronto para solicitar remoção cadavérica. Não dá outra, todo dia morre um.
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