quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Senado aprova projeto que zera tributos federais sobre o transporte público

O Senado aprovou nesta quarta-feira (21) projeto que zera as alíquotas do PIS/Pasep e Cofins que incidem sobre as atividades de transporte público nas cidades brasileiras. A proposta tem como objetivo reduzir o preço das tarifas de ônibus, metrô, barcas e trens que circulam nos centros urbanos.
A alíquota zero vai alcançar o transporte coletivo nas regiões metropolitanas das cidades. Com a aprovação, o projeto segue para sanção da presidente Dilma Rousseff.

O governo acelerou a votação do projeto no Senado depois que a pressão popular pela queda nas tarifas deu início a uma série de protestos populares em junho. A ideia do Palácio do Planalto é dar, como resposta, sinalização de que está criando uma nova política de transportes urbanos no país.
Não há estimativa de qual será a queda das tarifas com a redução a zero das alíquotas, mas a previsão do senador Jorge Viana (PT-AC), relator do projeto, é diminuir em 4% o custo que incide sobre as passagens dos transportes urbanos.

"As empresas deixam de ter na composição da tarifa perto de 4%, que é a soma do PIS/Pasep e Cofins. Começa-se a criar uma política para o transporte coletivo", afirmou.

A presidente Dilma Rousseff havia encaminhado medida provisória com teor semelhante para o Congresso, mas o governo optou por acelerar a tramitação do projeto porque ele estava em fase mais avançada de análise que a MP. "A medida provisória implicaria em mais passos na tramitação e o projeto estava pronto para ser votado. A gente agilizou o processo", disse Viana.

Para garantir a aprovação da proposta, o petista apresentou relatório em nome da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado no próprio plenário, encurtando a análise do projeto. Na manhã de hoje, ele tinha sido aprovado pela Comissão de Infraestrutura do Senado.

Se houver necessidade de ajustes no conteúdo da proposta, isso será feito na medida provisória que ainda tramita na Casa. Alguns senadores sugeriram mudanças ao texto, mas a decisão final foi de manter sua redação original para evitar o seu retorno para nova votação na Câmara.

Autor do projeto, o deputado Mendonça Filho (DEM-PE) disse que o texto é uma contribuição do Congresso à pauta de reivindicações dos brasileiros apresentada nos protestos. "O projeto vai reduzir custos do transporte e consequentemente diminuir as tarifas do usuário", afirmou.

REDUÇÃO

Em julho, o Senado aprovou projeto que permite que as desonerações concedidas pelos Estados e municípios sejam abatidas de suas dívidas com a União, no limite mensal de 30%. O projeto criou o Reiturp, um regime especial de desonerações, que exige contrapartidas dos Estados, municípios e das empresas concessionárias.

Pela proposta, a desoneração terá efeito apenas mediante adesão da empresa e do órgão público responsável ao programa. Congressistas estimam a redução das tarifas em 15% com a criação do Reiturp, mas ele ainda precisa ser aprovado pela Câmara para entrar em vigor.

O texto aprovado em julho estabelece a redução a zero do PIS/Pasep, por parte do governo federal, na aquisição de insumos relativos a operação dos serviços de transporte, como óleo diesel, energia elétrica e bens de capitais. As empresas ficam obrigadas a publicar planilhas mensais com laudos do cálculo das tarifas e relatórios de seus demonstrativos financeiros --com o objetivo de fiscalizar os preços.

Como contrapartida, os governos estaduais têm que zerar o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e reduzir o ISS (Imposto sobre Serviços) incidente sobre o transporte público. O projeto inicial determinava também zerar o ISS, mas o relator, Lindbergh Farias (PT - RJ) liberou cada prefeitura para definir qual será sua redução depois de protestos dos senadores.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

PlayStation 4 chega ao Brasil no dia 15 de novembro

O PlayStation 4, nova plataforma de games da Sony, será lançado no dia 15 de novembro. 

A data serve tanto para os EUA quanto para o Brasil, que pela primeira vez receberá o console no mesmo dia do lançamento mundial. Na Europa, o PS4 chega duas semanas depois, no dia 29 de novembro.

O anúncio foi feito pela Sony em conferência à imprensa um dia antes do início da Gamescom, uma das maiores feiras de games do mundo, que ocorre em Colônia, na Alemanha, até o dia 25 de agosto.

O preço do PlayStation 4 no Brasil ainda não está definido. Nos EUA ele custará US$ 399 (cerca de R$ 960).

Câmara cria grupo de trabalho para PEC 300

Após receber representantes de policiais e bombeiros militares, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), decidiu criar um grupo de trabalho para chegar a um consenso sobre a PEC 300, que cria o piso salarial nacional para a categoria. Aprovada em primeiro turno em 2010 pelos deputados, até hoje está dependente da análise em segunda votação, o que levaria o texto para o Senado. Os governos federal e estaduais são contra à proposta por conta do impacto financeiro. Estima-se que pode chegar a R$ 40 bilhões anuais.

Centenas de profissionais da segurança pública e representantes de associações de todo o país ocupam neste momento o Salão Verde da Câmara para pedir a votação em segundo turno da PEC 300, proposta que determina  a criação de um piso salarial nacional para policiais militares, civis e bombeiros. O presidente da Câmara recebeu uma comissão de policiais para discutir o assunto. Eles prometem ficar na Casa até ter uma posição oficial sobre a matéria.

“Ou vai ou racha”, resumiu o deputado Major Fábio (DEM-PB), principal interlocutor dos manifestantes. Munidos com faixas e proferindo palavras de ordem, os policiais ainda sinalizam uma paralisação para o próximo dia 7 de Setembro e alertam que se a matéria não for votada, a segurança da Copa do Mundo de 2014 está comprometida. Os dizeres “O Brasil quer a Copa, o Brasil quer a PEC 300”, estampam uma das dezenas de camisetas que desfilam pela Câmara neste momento.

Pela proposta aprovada 06 de setembro de 2010, não haverá valor do salário na Constituição. Além disso, caberá a uma lei complementar, a ser enviada ao Congresso em até 180 dias após a promulgação da emenda, a criação do piso salarial e o fundo que vai garantir o benefício. Originalmente, a PEC 300 previa o piso salarial provisório a policiais e bombeiros militares, de R$ 3,5 mil para praças e R$ 7 mil para oficiais. Se promulgada, a proposta deve beneficiar mais de 700 mil policiais e bombeiros.

Senado eleva idade para dependente no IR

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou hoje (20) uma proposta que aumenta para 28 anos a idade limite para dedução com dependentes no Imposto de Renda de Pessoa Física. Atualmente, a idade é de 21 anos. O texto segue para análise da Câmara dos Deputados. Caso o projeto vire lei, o contribuinte poderá abater de seus rendimentos tributáveis uma parcela fixa por cada familiar até 28 anos, desde que ele seja declarado como seu dependente. Se o dependente estiver estudando em estabelecimentos de ensino superior ou escola técnica de segundo grau, o benefício poderá se estender até os 32 anos.

Segundo o relator da proposta , senador Benedito de Lira (PP-AL), a medida tem como objetivo aliviar a carga sobre o “contribuinte brasileiro da classe média, sobretudo a assalariada, premida por uma tributação pesada, que não encontra a necessária contrapartida em relação aos serviços públicos a que deveria fazer jus”.

Pessoas com deficiência

Benedito também deu parecer favorável a outro projeto de lei aprovado nesta manhã pela CAE. A proposta prevê que pessoas com deficiência terão prioridade na restituição do Imposto de Renda.

“Ao privilegiar o princípio da capacidade contributiva, o PLS 571/2011 concede às pessoas com deficiência, que costumam ter menor disponibilidade de recursos em função do volume de gastos com saúde, um certo ‘alívio financeiro’”, defendeu o relator. Essa proposição ainda precisa passar por uma nova votação na CAE. Em seguida, se não houver recurso para análise em plenário, também será enviada à Câmara dos Deputados sem a necessidade de passar pelo plenário.

domingo, 18 de agosto de 2013

Pará é quarto em uso de remédio sem receita

O Pará é o quarto Estado que mais comercializa medicamento controlado (tarja preta e vermelha) sem receita e prescrição médica. É o que mostra o Primeiro Levantamento Nacional do Perfil dos Consumidores de Medicamentos realizado pelo “Datafolha/ICTQ Pós-Graduação para Farmacêuticos”. O consumo ilegal destes medicamentos em Belém está acima da média nacional que apresenta um índice de 20%. Na capital paraense esse índice de consumo ilegal é de 24%. Hoje, um em cada quatro moradores de Belém consome medicamento controlado.

O perfil dos consumidores com acesso a medicamento controlado sem receita médica mostra que em sua maioria são homens, com idade a partir dos 60 anos, da classe “A”, com nível superior. A pesquisa quantitativa foi feita através de abordagem individual mediante aplicação de questionário. Foram entrevistados 1.611 pessoas (homens e mulheres, com 18 anos ou mais) que costumam realizar compras em farmácias e/ou drogarias.

O levantamento mostra que os medicamentos estão se tornando um produto de uso comum em Belém: 82% dos consumidores pesquisados veem a farmácia como um supermercado ou loja de conveniência; e 32% dos consumidores não conseguem identificar o farmacêutico dentro do estabelecimento e acaba consumindo o remédio sem orientação. Ainda segundo a pesquisa, quando o medicamento provoca uma reação adversa, somente 22% busca o hospital e somente 13% busca ajuda com um farmacêutico.

Os números mostram que Fortaleza (38%) é a cidade que mais consome medicamento controlado irregularmente, seguido por Goiânia (33%), Salvador e Rio de Janeiro (25%) e Belém e Curitiba (24%). A lista prossegue com Belo Horizonte (20%), Porto Alegre (18%), Manaus (16%), Campo Grande e São Paulo (12%) e Recife (9%)

SEM VIGILÂNCIA

O Conselho Regional de Farmácia do Pará (CRF-PA) realizou em 2012 fiscalização em 118 municípios paraenses para coibir o comércio irregular de medicamentos, o que representa 92% da população paraense em número de habitantes e 95% do total de farmácias e drogarias no Pará. “Temos firmado parcerias com os Ministérios Público Federal e Estadual, com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária e com todos os órgãos que queiram contribuir para a extinção do comércio irregular de medicamentos. Nosso principal objetivo é inserir o profissional farmacêutico na farmácia/drogaria para garantir a saúde da população”, afirma Daniel Jackson Pinheiro Costa, presidente do conselho.

Ele diz que qualquer produto farmacêutico consumido sem orientação será danoso para o consumidor. ”No caso específico dos medicamentos sujeitos a controle especial, a preocupação é maior por conta da dependência física, psíquica e social causada”. 

Jackson ressalta que os dados são referentes a 2012 ano no qual, segundo ele, a população de Belém ficou sem assistência da Prefeitura de Belém em vários quesitos, incluindo a atividade fiscalizadora por parte da Vigilância Sanitária. “Esperamos que as pessoas que atualmente ocupam a Vigilância Sanitária, mudem esse panorama. O conselho vem cumprindo seu papel. Prova disso é que somente em 2013 realizamos seis ações conjuntas em parceria com a Vigilância Sanitária de Belém”, ressalta.

Estado é omisso na fiscalização 

De acordo com o presidente do Conselho, o consumo ilegal de medicamentos é grave em todos os lugares e isso acontece porque as vigilâncias sanitárias do interior não existem de fato e não fiscalizam absolutamente nada. “A Vigilância Sanitária do Estado é falida, sucateada e nem sequer possui farmacêutico capacitado para atuar nas regionais de proteção social. Fato que é um absurdo se considerarmos os recursos que são recebidos. Não se ouve falar em nenhum trabalho da Vigilância Estadual. Dessa forma, uma fiscalização precária permite que o comércio clandestino avance”, aponta.

As inspeções feitas nas indústrias farmacêuticas são agendadas o que, segundo ele, permite tempo para que as clandestinidades sejam “maquiadas”. “O Estado não pode alegar a descentralização das vigilâncias municipais. Estive como membro da Vigilância Estadual por cinco meses e posso garantir que não há menor condição estrutural e de funcionalismo neste setor”.

Ele assegura que a Vigilância Sanitária Estadual é inerte diante dos riscos que a população está exposta em todas as áreas. “No que diz respeito a medicamentos, se fossemos dependentes exclusivamente da Vigilância estadual, enfrentaríamos uma situação de total vulnerabilidade”.

Qualquer cidadão que promova o comércio de medicamentos sujeitos a controle especial está agindo como traficante de drogas, e pode ser enquadrado na Lei 11.343/06 nos artigos 33 e 66. “Caso algum farmacêutico esteja promovendo este tipo de comercialização, além de responder criminalmente, também será julgado pelo código de ética farmacêutica e poderá perder o registro profissional.”

Esse consumo ilegal, opina Daniel Jackson, se dá em razão dos consumidores considerarem medicamentos como se fossem produtos vendidos em supermercado e em loja de conveniências, que é o que muitas farmácias se transformaram. “A pesquisa do ICTQ mostrou que 91% da população vai às drogarias para adquirir medicamentos. Estes produtos de conveniência estão nas drogarias por decisão judicial contra a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Acredito que tais produtos que não têm vinculação com a saúde e não deveriam estar disponíveis dentro de estabelecimentos do gênero. Porém o mais importante é que a Anvisa não deveria permitir que medicamentos isentos de prescrição (MIP’s) estivessem ao alcance do consumidor e, lamentavelmente, a postura não é essa”.

Receita médica é exigência para qualquer medicamento

O presidente do CRF recomenda que a população só consuma medicamentos com a orientação adequada do farmacêutico. “Do contrário, assim como o medicamento pode curar, ele também pode matar. O que diferencia o medicamento do veneno é simplesmente sua dose. Por isso a população deve consultar sempre o farmacêutico e ser o maior fiscal da presença do profissional nas farmácias e drogarias”.

O DIÁRIO percorreu quatro farmácias no centro da cidade na semana passada em horários diferentes. Em todas existiam farmacêuticos em todos os horários de funcionamento e não flagrou a venda de nenhum medicamento sem prescrição.

A bancária Isabela Moraes, 38 anos, precisa comprar todos os meses o medicamento Androcur, hormônio que sua filha Luciana precisa tomar mensalmente dentro de um longo tratamento para crescimento. “Sempre, desde o início, procurei um especialista e só compro remédio coma a prescrição médica. Isso é fundamental para nos resguardar e resguardar o profissional médico”, ressalta.

O medicamento bastante comercializado nas farmácias de Belém é o tranquilizante Rivotril, tarja preta. A aposentada Odete Maria Alves compra de 15 em 15 dias para o tratamento de sua filha de 22 anos, que sofre de distúrbio do pânico. “Quem toma medicamento desse tipo tem que trazer a receita médica. Medicamento controlado é muito perigoso se for tomado sem a dosagem certa e acompanhamento. Falo por experiência própria”, aconselha.

OS CONTROLADOS

Os chamados medicamentos controlados, ou sujeitos a controle especial, são medicamentos ou substâncias com ação no sistema nervoso central e capazes de causar dependência física ou psíquica.Também se enquadram na classificação de medicamentos controlados, segundo a Portaria 344/98, do Ministério da Saúde, substâncias anabolizantes; substâncias abortivas ou que causam má-formação fetal; substâncias que podem originar substâncias psicotrópicas; insumos utilizados na fabricação de entorpecentes e psicotrópicos; plantas utilizadas na fabricação de entorpecentes, bem como os entorpecentes; além de substâncias químicas de uso das forças armadas.

(Diário do Pará)

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Justiça decide que crédito de celular pré-pago não pode expirar

A Justiça Federal proibiu as operadoras de telefonia móvel a estabelecer prazo de vencimento para os créditos usados em celulares pré-pagos. 

A decisão é válida em todo território nacional e começa a valer assim que as teles forem notificadas --seja por meio de um oficial de Justiça ou após publicação no "Diário Oficial".

A mudança foi imposta pela 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, mas ainda cabe recurso.

De acordo com o relator do processo, desembargador federal Souza Prudente, o prazo de validade é um confisco antecipado dos valores pagos pelo serviço.

"Afigura-se manifesta abusividade (...) a medida impõe ao usuário de menor poder aquisitivo discriminação injustificada e tratamento não isonômico em relação aos demais usuários desses serviços públicos de telefonia", disse.

O Sindtelebrasil, sindicato que representa as operadoras, informou que aguarda comunicado oficial da decisão para avaliar medidas cabíveis.

O Liberal


quarta-feira, 14 de agosto de 2013

FECIG Divulga programação deste ano


Polícia Civil prende um dos criminosos mais procurados em São Miguel do Guamá

A Polícia Civil prendeu seis homens envolvidos em crimes registrados no município de São Miguel do Guamá, nordeste do Estado. Um dos presos é Fernando Azevedo dos Santos, 26 anos, de apelido "Cavalo", foragido da Justiça paraense que estava com a foto publicada no portal da Polícia Civil, na seção dos mais procurados do Pará. Os demais presos respondem pelos crimes de lesão corporal, receptação de roubo, violência doméstica, tráfico de drogas e cárcere privado. As prisões foram realizadas nos últimos dias.
 
A ação policial foi realizada pela equipe formada pelos policiais civis Océlio, Vasconcelos, Maurício e Rosana, sob o comando do delegado Ronaldo Lopes, juntamente com policiais militares comandados pelo capitão Galhardo. Fernando dos Santos é foragido da Justiça de São Miguel do Guamá, desde 26 de maio do ano passado. A recaptura do criminoso ocorreu, ontem, depois que familiares do acusado juntamente com um advogado negociaram com o delegado Ronaldo Lopes a apresentação do foragido à Polícia Civil de São Miguel do Guamá. O foragido teve a ordem de prisão cumprida por volta de 19 horas e já está de volta ao cárcere.

Os demais criminosos presos são Elias Carvalho Peniche, de apelido “Grandão”, acusado de lesão corporal no âmbito familiar. Ele já tem passagem pela Polícia sob acusação de receptação e roubo. O outro capturado é Irany da Silva Ribeiro, 22, pela prática de crime de ameaça em violência doméstica. Outros dois foram presos, por crime de tráfico de drogas. Trata-se de Eduardo Rodrigues de Carvalho, 24, de apelido "Dudu", e Jerfenson Farias Pereira, 23, de apelido "Jota". Também foi preso Vancley Pereira Nascimento, 35, acusado de cárcere privado, lesão corporal e ameaça contra a companheira.
 
Vancley já tem antecedentes criminais pela prática do mesmo crime. Segundo o delegado Ronaldo Lopes, as operações policiais irão continuar na região para diminuir mais ainda a violência e a criminalidade em São Miguel do Guamá. As ações policiais atendem as determinações do delegado-geral da Polícia Civil, Rilmar Firmino de Sousa.


Pagando o preço da honestidade

O Prefeito Cacau tá pagando o preço da honestidade, o que estão fazendo com ele iria ser feito com qualquer um que ganhasse a disputa eleitoral. Digo mais, nos bastidores do poder existe uma forte manobra para retira-lhe da Prefeitura em breve, assim, chegou à hora de sabermos se o Prefeito tem pulso firme para punir aqueles que se dizem aliados e na calada da noite tramam sua queda ou ficará inerte observando o Vice Prefeito ser conduzido a cadeira do atual chefe do Executivo”.

Vereador Andrey Monteiro

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Pelo Interior Guamaense





Fotos do Dia

Prensa Hidraulica




Vereador Andrey Monteiro e Eduardo Pio X entregando fornos de farinha e prensas hidráulicas no interior guamaense.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Aumenta aprovação à contratação de médicos estrangeiros no Brasil

Aumentou a aprovação à contratação de médicos estrangeiros no Brasil, revela pesquisa Datafolha.

Segundo o levantamento, feito entre quarta e sexta-feira da semana passada, 54% dos entrevistados são favoráveis ao projeto do governo federal de trazer médicos para trabalhar em regiões onde faltam profissionais de saúde.

No fim de junho, o índice de aprovação era de 47%. Da mesma forma, 48% eram contrários ao projeto na pesquisa de junho --agora, esse percentual caiu para 40%

O Datafolha fez 2.615 entrevistas em 160 cidades do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

PERFIL

De maneira geral, quem apoia a vinda de médicos estrangeiros é homem (59%), tem ensino fundamental (54%), simpatiza com o PT (62%) e avalia bem o governo federal (63%).

A maioria (60%) vive no Nordeste do país, principalmente em em cidades de médio porte --entre 50 mil e 200 mil habitantes (60%).

Os maiores críticos ao projeto são com ensino superior (52%), avaliam como ruim ou péssima a gestão da presidente Dilma Rousseff (52%) e moram em cidades grandes, acima de 500 mil habitantes (46%).

domingo, 11 de agosto de 2013

Deu no Diário do Pará


O Jornal Diário do Pará em sua edição dominical destaca os possíveis candidatos para a vaga no Tribunal de Contas do Município, entres eles, figura o Presidente do Partido Democrático Trabalhista (PDT) de São Miguel do Guama (Deputado Pio X).


Nos bastidores do Poder comentam que se o Governador Simão Jatene ungir o pedetista, seu filho Eduardo Pio X deve concorrer à vaga de Deputado Estadual ou Federal, dependendo dos acordos políticos.


PSDB e PT viraram cabos eleitorais de Marina

Antes de a rapaziada encher as ruas, o PSDB de Aécio Neves e o PSB de Eduardo Campos enxergavam em Marina Silva uma bela alternativa de vice. Hoje, se Aécio e Eduardo se oferecessem para vice de uma chapa encabeçada por Marina, ela talvez desdenhasse. O último Datafolha confirmou o que as pesquisas anteriores já haviam insinuado: Marina tornou-se uma presidenciável mais competitiva do que os outros adversários de Dilma Rousseff.
Para se consolidar na segunda posição, Marina recebe a ajuda de dois cabos eleitorais inesperados: PSDB e PT. Metidos numa gincana para ver quem joga mais lama no outro, tucanos e petistas levam parte do eleitorado irritado com os políticos a ver em Marina uma espécie de heroína da resistência. A imagem é fantasiosa. Mas, em tempos de mensalão e de Siemens, um pedaço da plateia parece preferir o improvável a ter que optar entre o lamentável e o impensável.
De acordo com o Datafolha, Dilma recuperou um naco do prejuízo que contabilizara nas pegadas dos protestos de junho. Evoluiu de 30% para 35%. Marina engordou de 23% para 26%. Aécio foi lipoaspirado de 17% para 13%. E Eduardo manteve praticamente o mesmo peso, oscilando de 7% para 8%. Nesse cenário, se a eleição fosse hoje, Marina disputaria a poltrona de presidente da República num segundo turno contra Dilma.
Os mais céticos duvidam dessa possibilidade sob o argumento de que falta a Marina estrutura política. Numa fase em que a garotada grita na rua que “o povo unido não precisa de partido”, ter estrutura pode ser desvantajoso. Marina é a candidata do paradoxo. Até aqui, cresceu sem cargos, sem partido e sem o espaço generoso que seus contendores recebem dos meios de comunicação. Enquanto tenta colocar em pé a sua # Rede, Marina surfa numa onda que engolfa todos os conceitos, revirando-os.
Na noite de sexta-feira, discursando para militantes petistas em Bauru, Lula disse que o PT “não tem medo de conversar com o povo na rua.” O que o partido precisa temer, ele acrescentou, são “aqueles que começam a negar a política.” Chamou de “analfabetos” os jovens que dizem “eu não gosto de política, não gosto de nenhum partido político, não gosto de sindicato.”
Lula lecionou: “Temos que dizer, alto e bom som: fora da política não tem saída. Se a gente quiser pegar dois exemplos, a gente pega Hitler e Mussolini.” Tolice. As ruas pedem respeito e decência, não nazismo e fascismo. Há cadáveres demais no noticiário. Insepultos, produzem um fedor lancinante. Não bastasse a insatisfação generalizada com a precariedade dos serviços públicos, desapareceu da cena política brasileira a presunção de superioridade moral. As legendas que polarizam a disputa integraram-se à perversão comum a todas as siglas. É nessa onda que Marina surfa.
O excesso de lodo potencializa a subversão dos conceitos. Eleição vira loteria sem prêmio. Voto transforma-se num equívoco renovado a cada quatro anos. Partidos convertem-se em organizações com fins lucrativos. Coligações viram conchavos entre culpados inocentes e inocentes culpados. Democracia passa a ser um regime que saiu pelo ladrão.
O PSDB já carregava nas costas Eduardo Azeredo e o mensalão de Minas, ainda pendente de julgamento no STF. Com a delação da Simens, a legenda presidida por Aécio Neves foi empurrada para uma defensiva que tende a perdurar até 2014. O PT optou por acalentar os seus mensaleiros. Com isso, amarrou a sua sorte ao julgamento do escândalo.
Se os condenados forem para a cadeia, a legenda será presa com eles. Se o STF revogar as condenações por formação de quadrilha, livrando José Dirceu e Cia. da cana dura, as ruas brasileiras podem ficar pequenas para tanta gente. Nessa hipótese, convém dedicar atenção redobrada a Marina Silva. Em 2010, ela arrastou 19 milhões de votos e empurrou o tucano José Serra para o segundo turno. Agora, aproxima-se dos 30% de intenções de voto dizendo coisas definitivas sem definir muito bem as coisas.
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